Smartphones e tablets fazem parte do núcleo operacional das empresas, porém, sem controle centralizado, surgem riscos e desperdícios que não aparecem nos relatórios diários. Aparelhos sem rastreio, linhas ativas sem uso e permissões fora de política comprometem segurança, produtividade e orçamento. Nesse cenário, MDM corporativo não é um software isolado, é um conjunto de políticas e controles que precisa ser implantado, integrado e monitorado de forma contínua.
A Sumus integra e orquestra MDM dentro do Sumus Concept, substituindo controles manuais por governança estruturada. O objetivo é simples e mensurável: tornar visível o que hoje está difuso, reduzir risco e padronizar o uso de dispositivos, sem atrito com o dia a dia das equipes.
Onde os riscos começam: planilhas e políticas informais
Quando o inventário depende de planilhas e atualizações manuais, a informação envelhece rápido. Um colaborador muda de área, outro se desliga, um aparelho é perdido e a base não acompanha. O resultado é distorção de custos entre centros de responsabilidade, auditorias mais lentas e decisões tomadas com dados incompletos. Em segurança, o impacto é direto: aplicativos não autorizados entram no ambiente, versões ficam defasadas e incidentes ganham probabilidade.
MDM corrige a raiz do problema com catálogo de apps controlado, perfis por função, janelas de atualização e ações remotas para bloqueio e limpeza seletiva. O que antes dependia de combinações informais passa a seguir regra clara, auditável e reproduzível.
Como operacionalizamos MDM no Sumus Concept
A Sumus não “vende um MDM próprio”. Nós desenhamos a política, implantamos o MDM corporativo, integramos com gestão de ativos e linhas e monitoramos por painéis de compliance. Na prática, isso inclui:
- Perfis de uso por papel para liberar apenas o necessário a cada área.
- Gestão de aplicativos, com bloqueio do que não é permitido e atualização em janelas controladas.
- Criptografia, senhas e requisitos de segurança padronizados por política.
- Ações remotas de bloqueio e limpeza seletiva em incidentes.
- Modo quiosque, quando a operação exige foco em poucos apps.
- Inventário vivo, com dados técnicos, status de conformidade, localização recente e trilhas de auditoria.
No BYOD, a separação é técnica e clara. O perfil de trabalho isola dados corporativos e políticas da companhia, preservando a área pessoal do colaborador e a sua privacidade, sem abrir mão do controle necessário sobre o que é da empresa.
Inventário confiável, sem planilhas e com KPIs
Com MDM operando no Sumus Concept, o inventário deixa de ser estático. Alertas automáticos sinalizam inatividade, versões defasadas e violação de política. O gestor acompanha conformidade por dispositivo, tempo de correção, taxa de recuperação de extravios, redução de linhas inativas e aderência a versões por função. Esses indicadores encurtam ciclos de auditoria, dão previsibilidade orçamentária e simplificam o onboarding e o offboarding.
Exemplo prático: a entrada de uma equipe de campo. O colaborador recebe o aparelho já com o perfil correto, aplicativos essenciais instalados e restrições definidas. Em poucos minutos, o dispositivo entra em conformidade e passa a ser monitorado. No desligamento, políticas removem o perfil corporativo e inativam linhas, com registro de tudo o que foi executado. Recentemente, ao implantarmos o MDM em uma operação com mais de 2.000 dispositivos, conseguimos reduzir em 30% as linhas inativas do cliente, isso em apenas 3 meses após a solução ser integrada ao Sumus Concept. Esse resultado mostra como a automação aplicada ao ciclo completo gera impacto direto no orçamento e reforça a eficiência operacional.
Segurança e produtividade na mesma diretriz
Controle não pode travar a operação. Por isso, as políticas são granulares e contextuais, respeitam a função, o horário e o tipo de uso. O modo quiosque reduz distrações quando necessário, enquanto perfis mais flexíveis mantêm produtividade em áreas criativas ou de gestão. O ponto central é a coerência entre o acesso e a responsabilidade, com trilha de auditoria para cada ajuste.
Conclusão e chamada à ação
Dispositivos móveis sem governança elevam custos e aumentam a superfície de ataque. Tratar MDM como tecnologia isolada também não resolve. O que funciona é política bem desenhada, implantação cuidadosa, integração com ativos e linhas e monitoramento contínuo por KPIs de compliance. É assim que o MDM entrega eficiência e reduz risco de forma mensurável.
Quer estruturar MDM com governança, inventário vivo e indicadores claros, integrado ao Sumus Concept, sem atrito para as áreas de negócio? Fale com nosso time e veja como operacionalizamos MDM do diagnóstico ao monitoramento.
FAQ
O que exatamente o MDM controla nos dispositivos? Perfis de uso, catálogo de aplicativos, permissões, atualizações, criptografia e ações remotas como bloqueio e limpeza seletiva; em BYOD, as regras valem para o perfil de trabalho, preservando a área pessoal.
Como o MDM ajuda a manter um inventário confiável? Mantém registro vivo com dados técnicos, status de compliance, localização recente e trilhas de auditoria; alerta automaticamente sobre inatividade, versões defasadas e violações de política.
É possível limitar apps sem travar a operação? Sim. Políticas por perfil liberam apenas o necessário; modo quiosque reduz distrações; atualizações acontecem em janelas controladas; a TI corrige desvios remotamente, mantendo produtividade.
MDM atende empresas que permitem aparelhos pessoais? Atende. O perfil de trabalho separa o que é corporativo do que é pessoal, garantindo privacidade para o usuário e controle para a empresa, com conformidade às políticas internas.
Quais KPIs acompanhar para comprovar eficiência? Conformidade por dispositivo; tempo de correção; taxa de recuperação de extravios; redução de linhas inativas; aderência a versões por função; tempo de onboarding.
Como a Sumus executa a implantação na prática? Com diagnóstico, mapeamento de papéis, piloto e migração faseada; políticas de MDM integradas à gestão de ativos e linhas, monitoradas por dashboards de compliance.