Planejar o orçamento de 2026 vai além de aplicar um índice em cima da planilha de 2025. O que decide se o número se sustenta é a forma como a empresa usa o que já comprou, do notebook ao papel sulfite.
Quando a gestão de patrimônio, de consumíveis e das rotinas administrativas anda junto, o gestor deixa de discutir só quanto falta de verba e passa a mostrar o que já existe, onde está, quanto custa e o que pode ser realocado. Essa leitura, feita agora em dezembro, define se 2026 começa com orçamento defensável ou com corte e retrabalho.
Por que olhar para patrimônio e estoque antes de fechar o orçamento
Sem inventário confiável nem controle de estoque administrativo, o orçamento nasce apoiado em médias antigas e percepções. Na prática, isso significa pedir verba para ativos e materiais que poderiam ser atendidos com realocação e melhor uso do que já está no almoxarifado.
Quando o gestor chega à reunião com dados de equipamentos parados, consumíveis encostados e centros de custo que retiram acima da média, a conversa muda. Fica mais fácil barrar pedidos redundantes, priorizar o que realmente trava a operação e evitar que 2026 comece financiando excessos que serão cortados depois.
O que muda quando Asset Management e Facilities Management trabalham juntos
No contexto da Sumus, o Asset Management organiza o ciclo de vida dos ativos corporativos. A empresa sabe que equipamentos existem, onde estão, quem é o responsável e qual centro de custo suporta aquele item.
O Facilities Management é usado para controlar o consumo de materiais e insumos administrativos, como papel, itens de copa e demais consumíveis de uso recorrente. As requisições passam a ser registradas por área e por centro de custo, o que dá visibilidade a padrões de uso e exageros.
Quando os dois trabalham juntos, cada decisão de compra passa a considerar o conjunto. O gestor enxerga, por área, quanto custa manter o posto de trabalho em ativos e consumíveis e quais pedidos não se sustentam diante dos dados.
Como cortar compras de TI reaproveitando o que a empresa já tem
Todo ano aparecem pedidos de notebooks, monitores e periféricos tratados como urgentes. Sem uma gestão de ativos estruturada, muitos são aprovados porque ninguém consegue provar, em poucos minutos, que já existe equipamento disponível para realocação.
Com o Asset Management, o time sabe quantas máquinas existem, em que estado estão e se estão em uso ou ociosas. Antes de aprovar qualquer compra, é possível localizar ativos parados em outras áreas, em filiais ou vinculados a posições que já não existem.
Cada compra evitada por reaproveitamento preserva orçamento de investimento para modernização real, em vez de consumir verba com substituições desnecessárias. Sem isso, o Capex segue pressionado e o gestor volta a justificar, mês a mês, decisões tomadas sem base.
Como onboarding e offboarding impactam o inventário e o orçamento
A falta de controle no onboarding e no offboarding de colaboradores é uma das formas mais rápidas de perder ativos sem perceber. Quando o equipamento é entregue na entrada, mas a devolução não é rastreada na saída, a empresa literalmente rasga dinheiro.
Sem termo de responsabilidade bem controlado, acontecem dois problemas frequentes:
- Ativos saem com quem está deixando a empresa e não voltam para o inventário
- O colaborador que sai entrega o equipamento para alguém novo, sem registro no sistema
Nos dois casos, o inventário vai ficando cada vez menos confiável. O sistema mostra uma coisa, a realidade mostra outra. O resultado é um orçamento de 2026 apoiado em uma base distorcida, que leva à compra de ativos que teoricamente já existem.
Com o Asset Management, o termo de responsabilidade passa a ser parte do registro do ativo. Cada equipamento tem um responsável associado na entrada e uma devolução registrada no desligamento. Isso reduz perdas silenciosas, melhora a assertividade do inventário e fortalece a defesa do orçamento diante da diretoria.
Como reduzir gasto com materiais sem corte linear
Materiais de escritório, itens de copa e outros consumíveis parecem pequenos isoladamente, mas pesam quando somados no ano. O problema é quando o controle se limita à planilha de compras, sem vínculo com quem pede, com qual frequência e para qual área.
Com o Facilities Management, as saídas de consumíveis passam a ser registradas por colaborador, área e centro de custo. O consumo deixa de ser invisível. Ficam claros os departamentos que retiram acima do padrão, os itens que geram trocas constantes e os materiais que exigem regra específica.
Isso permite trocar o corte linear de última hora por ajustes pontuais onde há desperdício real. A operação continua abastecida e o orçamento de 2026 fica menos sujeito a contingenciamentos ao longo do ano.
Três ações em dezembro para fortalecer o orçamento de 2026
1. Revisar patrimônio com foco em reaproveitamento
Levante os ativos em uso, ociosos e em fim de vida. Ativos sem uso claro devem ser candidatos imediatos à realocação antes de qualquer nova compra.
2. Ajustar onboarding, offboarding e termos de responsabilidade
Garanta que toda entrega e devolução de ativo passe pelo Asset Management, com termo de responsabilidade associado. Sem isso, o inventário perde aderência e o orçamento perde força.
3. Registrar requisições de consumíveis por área
Pare de atender pedidos informais. Use o Facilities Management para registrar quem pede, o que pede e para qual centro de custo. Isso cria histórico e facilita conversas de orçamento.
Quem faz esses movimentos em dezembro entra em 2026 com orçamento mais leve e argumentos mais fortes para defender cada linha diante da diretoria.
Como a Sumus ajuda seu time a chegar em 2026 com números defensáveis
Organizar patrimônio, consumíveis e rotinas administrativas sem ampliar o time interno exige método. É aqui que a Sumus entra como apoio.
Com mais de 38 anos de atuação, a Sumus já gestionou um volume de contratos que ultrapassa R$30 bilhões e apoia hoje uma base superior a 500 clientes. Essa experiência é aplicada nas soluções da família Sumus Concept, com módulos de Asset Management e Facilities Management que estruturam o controle de ativos e de consumíveis administrativos, reduzem trabalho manual e ampliam a rastreabilidade.
Na prática, o gestor passa a ter relatórios que respondem perguntas típicas de orçamento: o que pode ser realocado, o que precisa ser substituído, onde existe consumo acima do padrão e qual é o impacto de cada decisão na despesa de 2026. Em vez de depender apenas de planilhas e memória, a defesa do orçamento passa a se apoiar em dados consistentes.
Próximo passo para um orçamento de 2026 mais defensável
Se a sua empresa já está em rodada de orçamento, o próximo passo é transformar inventário, onboarding, offboarding e estoque administrativo em argumento central dessa discussão.
Um diagnóstico estruturado com apoio da Sumus conecta informações de ativos, termos de responsabilidade, consumíveis e centros de custo e mostra onde estão os desperdícios, quais compras podem ser adiadas e onde faz sentido investir agora. Entrar em janeiro sem essa visão é repetir o mesmo padrão de gasto por mais um ano. Entrar com essa base pronta é começar 2026 com um orçamento mais leve, alinhado à realidade da operação e defensável diante da diretoria.
FAQ
Por que integrar patrimônio e estoque agora?
Porque o orçamento de 2026 está sendo fechado e integrar dados evita pedir verba para compras que podem ser atendidas com realocação.
Como reduzir custo com material de escritório e copa?
Registre cada requisição por área e centro de custo. Assim você identifica excessos e ajusta compras ao uso real, sem travar a rotina.
O que fazer com equipamentos de TI parados ou ociosos?
Use o Asset Management para localizar e reaproveitar ativos funcionais. Só depois disso avalie novas compras ou descarte do que é obsoleto.
Como onboarding e offboarding impactam o orçamento?
Sem controle e termo de responsabilidade, ativos somem do inventário e a empresa volta a comprar itens que já deveria ter disponíveis.
Quando faz sentido envolver a Sumus nesse processo?
Quando o time está sob pressão para fechar o orçamento e não tem estrutura para organizar ativos, termos de responsabilidade e consumíveis em dezembro.